Thursday, August 09, 2012

O Gozo das Apsaras



O GOZO DAS APSARAS

Vieste com as costas desnudas. Nem
me dei conta, tolo que fui e sou,
que eras para mim. Assim falaste sem
com mais ninguém compartilhar teu vôo.

E quando enfim percebi já foi tarde
era madrugada e a noite, finda,
para semrpe extinta agora arde
nas lembranças que entesouro ainda.

Por que vens recordar-me isto agora?
Não te bastas que eu me vá embora?
Quanto lucras com isto, minha cara?

Creio ser mesmo próprio das apsaras
esfregar na cara dores sem cura
e mais tu gozas quanto mais torturas.

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Não sei bem que fazer com o primeiro terceto, francamente medíocre. Tentei já uma mudança na ordem dos versos...

2 comments:

Raul Agostino said...

Só pra brincar: O que lucras com isto? Minha cara?

Porque, sinceramente, está muito bom!

Anonymous said...

Prefiro o original.

K.