Para fechar o pequeno ciclo de Corumbá, cidade goiana que me rendeu este e este post, falta destacar que aqui nasceu o Bernardo Élis, escritor regionalista que foi o primeiro goiano a entrar para a Academia. Prefiro lembrar que ele foi o primeiro goiano a escrever este delicioso livro que é o Veranico de Janeiro, em que as formas ainda duras de um Ermos e Gerais encontram amadurecimento no que resulta em leitura prazerosa mas exigente.
Passei tarde agradável com ele em Goiânia em julho de 1992. Levei-lhe minhas primeiras edições para autografar, para seu espanto, e em troca ele me presenteou com os 5 volumes das Obras Completas, perguntando-me se eu iria mesmo ler aquela merdalhada toda.
Afiancei-lhe que sim.
Não menti.
A casa do Bernardo Élis encontra-se hoje em péssimo estado de coservação. Como o apê de Rosa, nem uma plaquinha.
A menos de dez passos, a sede da Câmara dos Vereadores, estalando de nova.
Para isso pagamos impostos.


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