Meu interesse e espanto por casas, ruas, bairros, cidades decadentes não vem de hoje, tanto que no início do ano escrevi este soneto aqui.
Mas foi o travar contato com o projeto de Ben Marcin que me inspirou o soneto do post anterior.
Sua ideia de retratar as últimas remanescentes, as casas esquecidas por homens, tempo e sobretudo pelas suas colegas é de certa fantamagoria.
Seu trabalho pode ser conferido aqui.
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